Saída de Fortaleza, a banda Selvagens à Procura de Lei construiu uma trajetória sólida ao longo dos últimos anos. Criado em 2009, o grupo formado por Rafael Martins (voz e guitarra), Gabriel Aragão (voz e guitarra), Caio Evangelista (baixo) e Nicholas Magalhães (bateria) percorreu os principais festivais do país, entre eles o extinto Planeta Terra (2011) e o Lollapalooza (2014).

O caminho bem sucedido foi traçado a partir da discografia composta pelos EPs Suas Mentiras Modernas e Talvez Eu Seja Mesmo Calado, mas Eu Sei Exatamente o que Eu Quero – ambos de 2010 – e Lado C, este último de 2011. O primeiro álbum completo veio no mesmo ano. Trata-se de Aprendendo a Mentir, elogiado por nomes relevantes do cenário nacional e responsável por catapultar o rock do Selvagens aos quatro cantos do país. Em 2013, o álbum homônimo veio reforçar o talento do garotos radicados em São Paulo e aumentar a já relevante fanbase do grupo.

Terceiro álbum da Selvagens à Procura de Lei, Praieiro é um convite às tardes livres, que deixaram de ser tão frequentes desde que a banda de rock se mudou – em 2013 – de Fortaleza para São Paulo. Inclusive, a deslocalização geográfica do grupo influenciou diretamente nas novas canções. De refrão explosivo, o single “Tarde Livre” ainda remete às origens praieiras do grupo, enquanto “Sangue Bom” faz referências diretas à capital paulista. “Aqui em Sampa, toda cena é de cinema”, canta o quarteto formado por Rafael Martins (voz e guitarra), Gabriel Aragão (voz e guitarra), Caio Evangelista (baixo) e Nicholas Magalhães (bateria).

A mudança também colaborou para que os integrantes ficassem mais próximos, o que resultou em uma unidade mais coesa para a banda e para o seu processo criativo. “Antes, apenas eu e o Gabriel compúnhamos. Agora, todos entraram como compositores. Isso fez com que esse disco seja o que melhor representa os Selvagens como um grupo”, conta o vocalista e guitarrista Rafael Martins.

Praieiro mergulha em declarações de amor, como atesta o reggae “Felina”, mas também alerta para uma veia politizada, a exemplo do xote “Guetos Urbanos”. Apesar de o álbum trazer diversas influências musicais, a identidade do Selvagens à Procura de Lei é garantida pelo produtor David Corcos, que também assina o trabalho antecessor (homônimo, de 2013). “Fazemos rock, mas também somos nordestinos. A parceria com o David foi importante para alcançarmos a sonoridades que queríamos”, explica Rafael.

O Selvagens à Procura de Lei ainda faz uma homenagem a Raul Seixas, Arnaldo Baptista e Tom Zé. Trata-se de “O Amor Não É um Rock 2”. Entre as 11 faixas do disco, esta é a mais pesada.

Com um pé lá e outro aqui, a banda reforça a sua habilidade em unir o rock ao pop – seja na areia ou no asfalto.

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A abertura fica por conta da banda selecionada na Sessões Autênticas do dia 07/4, SUSPENSE.

A SUSPENSE Band mistura a ousadia do Rock Progressivo com a energia da música Pop, com uma deliciosa pitada de malícia jazzística. Som autoral mineiro com letras em inglês, as composições são repletas de melodias marcantes, riffs de teclado envolventes e solos de guitarra emocionantes. Toda essa energia musical é emanada por Luã Linhares (voz, teclado e violão), Luciano Soares (guitarra), Carlos Linhares (baixo) e Edgar Filho (bateria).

Vendas antecipadas:
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